| Equador recuperou a soberania na política econômica |
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| Economia e Infra-Estrutura |
| Prensa Latina |
| Qui, 10 de janeiro de 2008 10:47 |
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Equador conta hoje com uma política econômica soberana, sem ditados externos, nem a intromissão do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, afirmou o presidente do país, Rafael Correa. Ao destacar à noite os avanços econômicos de seu governo durante o primeiro ano de gestão, ante milhares de estudantes, Correa vaticinou um Equador com novos conceitos e visão para 2008. Anunciou a reestruturação do setor público, a regionalização do país para descentralizar e desconcentrar de forma ordenada e a racionalização das finanças públicas, como parte da nova política econômica. O mandatário sublinhou que o principal problema do país não é sua inflação, nem é o risco país, senão que a incapacidade de gerar emprego produtivo. A esse respeito, sinalizou que em 2007 deram-se passos gigantescos para resolver o problema, mas esclareceu que ainda há muito por fazer. Alertou que o subemprego constitui outro tema grave e sinalizou que o governo não escatimará energia e recursos para resolver estes problemas, que são umas das principais causas da emigração. Entre outros êxitos, destacou que por primeira vez em 2007 o pagamento da dívida social superou o abono do serviço da dívida externa. "Mais foi o que dedicamos ao bem-estar da nossa gente do que aos credores externos", recalcou o chefe de Estado ao enfatizar que "não nos interessa quão bem estão os ricos, nos interessa quão menos mal estão os que menos têm". Adiantou que ao cabo de 30 anos o ingresso dos grupos mais poderosos se está fechando e as políticas públicas perseguem desde o 15 de janeiro de 2007 aplacar a desigualdade. Finalmente, chamou os jóvens a unir esforços para derrubar muitas mentiras que se dizem com o propósito de deter a Revolução Cidadã. |


