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André Justino
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Dom, 27 de abril de 2008 15:48 |
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Em meados do ano de 2007 uma das comunidades mais populosas da cidade de São Lourenço da Mata viveu uma situação das quais não se vive rotineiramente nessa cidade. A comunidade do Residencial Parque Capibaribe organizou-se em torno de uma exigência relevante em dois aspectos: um financeiro e outro ambiental. Explico: a Compesa estava cobrando indevidamente em sua fatura mensal o serviço de coleta e tratamento do esgoto doméstico que não estava sendo cumprido (aspecto financeiro) e o dito esgoto estava sendo lançado criminosamente no leito do rio que corta o município, o Rio Capibaribe (aspecto ambiental). |
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Edilson Silva
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Dom, 30 de março de 2008 13:03 |
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Como serão as grandes metrópoles do século XXI? Segundo Mike Davis, urbanista norte-americano e renomado estudioso dos fenômenos advindos da urbanização contemporânea, ao contrário do que se pensava ou queria, a abundância de aço e vidro, com imponentes arranha-céus e arquiteturas modernas predominando no cenário das pólis centrais, são favelas de tamanhos inimagináveis que vão se impondo gradativamente e consolidando sua hegemonia na paisagem urbana. |
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Luana Lourenço - repórter da Agência Brasil
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Sáb, 22 de março de 2008 21:32 |
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Ruas da Estrutural, a dez quilômetros do centro de Brasília. Bairro popular não tem coleta de esgoto. No Dia Mundial da Água, ONU alerta para o problema da falta de saneamento no Brasil. O índice médio de coleta de esgotos no país é de 69,7%, sendo que o tratamento atinge apenas 25%
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Jorge Borges
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Qua, 27 de fevereiro de 2008 16:59 |
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O “Ponha-se na Rua” foi a primeira grande crise habitacional da Cidade do Rio de Janeiro. A grande questão levantada nas primeiras semanas de 1808 era o que fazer com aquela incipiente burguesia ligada às atividades portuárias, ao tráfico de gente, ao comércio de víveres e os prepostos da côrte nas terras d’além mar, cujas famílias conformavam algo equivalente a uma pequena “classe média” daquele tempo histórico – e que precisava dar lugar a quase dez mil fugitivos das hordas de Napoleão, Família Real incluída. Obviamente, àquela época já se via a pobreza perambulando pelas ruas, os cortiços, casas de preto, quilombos e coisas parecidas que, no limite, “resolviam” a questão habitacional para os segmentos populacionais mais pauperizados e expropriados da nossa cidade. |
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Paulo Piramba
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Seg, 25 de fevereiro de 2008 20:05 |
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O ritmo de consumo de água aumentou duas vezes mais do que o crescimento da população do planeta e, a ser mantido este ritmo, segundo previsões da ONU, em 2025, 1,8 bilhões de pessoas terão dificuldades em conseguir água. Em termos domésticos, hoje no Brasil 40% da população já vive esse drama diariamente, enquanto que 76 milhões de habitantes da América Latina e Caribe não têm acesso a uma fonte segura de água potável.
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Paula Laboissière - enviada especial da Agência Brasil
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Dom, 27 de janeiro de 2008 18:18 |
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Áreas como saneamento básico e tratamento de água não recebem a atenção de algumas prefeituras porque as obras não conquistam votos dos eleitores. A avaliação é do professor de engenharia civil da Universidade Vale do Rio Doce (Univale) Jackson Pereira, um dos participantes da Operação Grão-Pará, primeiro pacote de ações do Projeto Rondon para 2008. |
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