O Dia Internacional da Mulher ou o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora é um dia de solidariedade internacional e um dia para rever a força e organização das mulheres proletárias. Mas este dia não é especial apenas para as mulheres. O 8 de Março é um dia histórico e memorável para os trabalhadores e camponeses, para todos os trabalhadores Russos e os trabalhadores do mundo inteiro.
Da luta das mulheres socialistas americanas às trabalhadoras da revolução russa, de Clara Zetkin a Alexandra Kollontai, esta é uma intrigante pesquisa em busca dos elos perdidos da história do 8 de Março. A referência histórica principal das origens do Dia Internacional da Mulher é a II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em 1910, em Copenhaga, na Dinamarca, quando Clara Zetkin propôs uma resolução para a instauração oficial de um dia internacional das mulheres.
Há cem anos, Clara Zetkin propôs o 8 de Março como Dia Internacional da Mulher, por ocasião da II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas. Figura de destaque do movimento operário alemão e internacional, marcou notavelmente as lutas do movimento feminista. No SPD, Clara Zetkin, juntamente com Rosa Luxemburgo, foi uma das principais figuras da esquerda revolucionária do partido.
Os cubanos recordam um atentado organizado pelos Estados Unidos que explodiu o návio francês La Coubre en 1960 em Havana, no qual morreram mais de uma centena de pessoas e mais de 200 ficaram feridas. O ato terrorista - que aprofundou a opção dos cubanos de radicalizar o processo revolucionário iniciado em 1959 - só foi superado em dimensão pela invasão de Playa Girón em 1961.
A Nicarágua se prepara para recordar, no próximo domingo, o 76 aniversário do assassinato de Augusto C. Sandino, considerado o homem que ensinou o caminho da dignidade aos nicaraguenses. Em 21 de fevereiro de 1934, ao sair de uma reunião com o presidente Juan Bautista Sacasa, o "General de homens livres" foi capturado e posteriormente assassinado.
Howard Zinn, historiador da Universidade de Boston, ativista político, desde cedo opositor à intervenção estadunidense no Vietnã e um dos principais críticos do presidente da Universidade de Boston, John Silber, morreu de um ataque do coração em Santa Mônica (Califórnia) durante uma viajem, segundo comunicou sua família. Tinha 87 anos.
Reflictamos no modo como o imperialismo americano conseguiu engolir a Nicarágua. Submeteu-a ao bloqueio económico e militar, ao controlo e à conspiração por parte dos seus serviços secretos, à colocação de minas nos portos, a uma guerra não declarada, mas sangrenta, suja e contrária ao direito internacional.
Fã de Che Guevara, admiradora de Jesus Cristo e amiga de Carlos Marighella, ela foi alfabetizada com poesia e viveu exilada por causa da militância comunista Ela gosta de dizer que foi alfabetizada com poesia e amamentada com música. Na juventude, filiou-se ao Partido Comunista. Foi presa em 1935 e ficou ao lado da cela de Olga Benário, a mulher de Luiz Carlos Prestes que morreu nas mãos dos nazistas.
Não queríamos "anistia" nem perdão para as vítimas políticas do velho poder reacionário. Exigíamos nosso direito à liberdade, à luta e à revolução para aquela centena de militantes corajosos e leais que definhavam nas penitenciárias e nas prisões por terem lutado, sob a ditadura militar do bando criminoso imperialista, pela liberdade do povo, a paz e o socialismo. Agora estão todos em liberdade. Estamos novamente enfileirados, prontos para o combate. Não foram os Scheidemann e seus cúmplices burgueses, com o príncipe Max à frente, que nos libertaram. Foi a revolução proletária que fez explodir as portas de nossas casamatas.
Como seria reconstituir, à maneira dos quebra-cabeças, encaixando peça por peça, uma das mais trágicas e bizarras trajetórias de militantes da resistência à ditadura de 1964/85? Foi mais ou menos como Bram Stocker procedeu no seu clássico Drácula, só que usando registros inventados. Vou tentar fazer essa montagem a partir dos registros verídicos de dois livros sobre trajetórias de militantes da luta armada: A Trilha do Labirinto (Inojosa Editores, 1993, relançado no ano passado pela Editora Bagaço), do companheiro Chico de Assis, ex-PCB e PCBR; e o meu Náufrago da Utopia (Geração Editorial, 2005).