| Luto em palestina por massacre israelense |
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| Internacional |
| Prensa Latina |
| Qua, 16 de janeiro de 2008 02:51 |
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Três dias de luto e uma greve geral decretou hoje a Autoridade Nacional Palestina em protesto pela morte de 19 pessoas em mãos do exército israelense em Gaza, qualificada por líderes nacionais como um massacre. A incursão, que deixou mais de 50 feridos, començou ao amanhecer da terça-feira quando a infantaria apoiada por blindados e helicópteros irrompeu no bairro de Zaitun e disparou a esmo contra a população. Tanques e outros equipamentos israelenses irromperam no setor oriental da cidade de Gaza destruindo várias construções, e campos de cultivo. O ex-primeiro ministro palestino Ismail Haniye qualificou de massacre a incursão e acusou o presidente estado-unidense George W. Bush de alentar a política belicista de Israel. Bush alenta as agressões de Tel Aviv contra Gaza com suas posturas de apoio ao primeiro ministro Ehud Olmert, disse Haniye. Nenhuma ofensiva israelense fará que os palestinos cedam seu direito à resistência armada, nem levará o Movimento da Resistência Islámica (Hamas) a abandonar suas posições, afirmou. Haniye exigiu do presidente da ANP Mahmoud Abbas que suspenda de imediato as conversações de paz, depois do sangrento resultado desta ação. Abbas, por sua parte, se limitou a qualificar a operação israelita de massacre e sublinhou que é uma matança que os palestinos não poderão ignorar. Esta quarta-feira, no entanto, um dirigente da Yihad Islámica foi baleado na Cisjordania por soldados israelenses durante uma operação para seqüestrá-lo, informaram fontes palestinas. |


