| Chávez conversou com libertadas por insurgência colombiana |
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| Internacional |
| Prensa Latina |
| Qui, 10 de janeiro de 2008 09:19 |
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Bogotá - La libertação hoje pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) de Clara Rojas e Consuelo González é considerada aquí um passo para outras ações dese tipo e para avançar no caminho da paz. As imagens da entrega de ambas as mulheres pela guerrilha à missão humanitária encabeçada pelo ministro do Interior e Justiça da Venezuela, Ramón Rodríguez Chacín, impactaram a sociedade colombiana, muito polarizada diante do problema do conflito interno. Num primeiro contato telefônico com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, imediatamente depois de sua libertação, a ex-deputada González pediu ao mandatário continuar adiante na gestão humanitária em favor dos demais detidos. Por sua parte, Rojas, companheira de fórmula eleitoral da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, manifestou a Chávez seu eterno agradecimento. Igualmente chamativa resultou a despedida afavel entre ãs libertadas e o grupo de guerrilheiros que as entregou, o qual disseram analistas que desvirtua a imagem diabólica da guerrilha oferecida constantemente pela denominada grande imprensa da Colômbia. Numa das primeiras expressões sobre este acontecimento, o ex-presidente Ernesto Samper, partidário do acordo humanitário, celebrou a ação e a considerou o começo de uma nova etapa na libertação de todos os detidos. Igualmente, a senadora Piedad Córdoba, promotora junto a Chávez das gestões, qualificou o fato como um passo para avançar para a paz na Colômbia e chamou a iniciar um movimento nacional a favor do acordo. A materialização desse compromisso é qualificado aqui como um êxito conclusivo dessas gestões e como a vía mais segura para lograr, mediante o diálogo e a concertação, uma mudança ampla de prisioneiros entre a guerrilha e o governo. Na Venezuela as pessoas libertadas pelas FARC Caracas, 10 de janeiro (PL) A ex-candidata à vice-presidência colombiana Clara Rojas e a ex-congressista Consuelo González chegaram hoje ao aeroporto venezuelano de Santo Domingo (estado de Táchira) após ser libertadas pela insurgência. Ambas as pessoas se deslocaram desde o vizinho país uma vez concretizada sua entrega por parte das guerrilheiras Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). A missão se concretizou com êxito depois de ser recolhidas em uma zona da Colômbia, cujas coordenadas comunicaram as FARC às autoridades venezuelanas. Precisamente, esta quinta-feira em horas da manhã começou a operação com o deslocamento das aeronaves desde território venezuelano até uma área determinada. Em declarações à imprensa, o presidente venezuelano Hugo Chávez indicou que já se comunicou com o ministro do Interior Ramón Rodríguez Chacin, quem informou que já tinha em seu poder a ambas as pessoas. Chávez adiantou que pode escutar de maneira audível a Rojas y González e informou sobre o regresso das aeronaves utilizadas com as resgatadas a Venezuela. O estadista agradeceu a colaboração da administração colombiana para a realização da operação que posibilitou a libertação das mencionadas pessoas. Chávez indicou que os familiares esperarão às libertadas no terminal aéreo Simón Bolívar de Maiquetía, no estado de Vargas, e pediu aos meios de comunicação que respeitem os desejos dessas pessoas. |


