A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um relatório com elogios ao sistema público de saúde no Brasil, mas alertou para a necessidade urgente de financiamento na área. Até 1988, metade dos brasileiros não contava com nenhum tipo de cobertura. Duas décadas após a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), mais de 75% da população depende exclusivamente dele.
As multinacionais de bebidas fizeram a cabeça de grande parte do planeta. Com uma campanha milionária, venderam a idéia de que a água da torneira não presta. Nos comerciais, tentam nos encantar. Rios e córregos límpidos são exibidos como origem da água engarrafada. A água mineral é mais saudável, dizem os donos das grandes empresas de refrigerantes, as mesmas que mercantilizam agora a nossa água.
De acordo com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proferida no último mês de maio, passa a ser instituída em Giruá a chamada 'diferença de classe' no serviço público de saúde. Isso significa que qualquer habitante da cidade que tenha dinheiro poderá pagar por determinado serviço nesse único hospital da cidade, que atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O paciente pode comprar um leito individual ou a possibilidade de ser operado por determinado médico de sua preferência. O pagamento pode ser feito ao hospital e também ao profissional escolhido.
Os indicadores de mortalidade infantil em Cuba, tanto para o primeiro ano de vida como para os menores de cinco anos, "são melhores do que os que se pode encontrar em países desenvovidos com rendas nacionais muito superiores", afirmou em Havana o dotor Chok-wan Chan, presidente da Associação Mundial de Pediatria.
Na madrugada de 26 de abril de 1986, no reator número quatro da central de Chernóbil, na Ucrânia, se produziu o maior acidente da história nuclear. Os efeitos da rádioatividade superaram todas as previsões e a verdadeira magnitude dos danos são ainda imprecisos. Milhares de pessoas da Ucrânia, Rússia e Bielo-rússia, as repúblicas ex-soviéticas mais afetadas, morreram desde então e milhões ficaram contaminadas pela chuva de isótopos radioativos. Entretanto, as sequelas da catástrofe perdurarão durante várias gerações.
A toda poderosa indústria farmacêutica adquiriu ao longo do desenvolvimento do capitalismo uma força e importância incalculável para a sociedade mundial. Seu poder tanto político e econômico é avassalador, pois sua atividade está ligada a uma das necessidades básicas dos seres humanos, a saúde, ou seja, a superação das doenças e dos males que afetam as pessoas. Os laboratórios farmacêuticos cujas sedes estão localizadas nos Estados Unidos e na Europa tentam garantir, a todo custo, e, ai vale qualquer artifício, seus lucros, que são gigantescos, de qualquer forma.
O governador do estado norte-americano de Colorado, William Ritter Jr., chamou aos farmacêuticos a pagar contribuições e obter licenças para a venda de maconha, informa hoje o jornal The Washington Times. Dessa forma, o território converte-se no segundo em regular a compra e venda de um produto considerado até há pouco um tabu, de acordo com a decisão federal de autorizar o consumo da droga com fins medicinais.
Os democratas parecem fadados ao caos por conta da reforma sanitária do presidente Barack Obama e se preparam para uma luta interna entre as alas direita e esquerda do partido estadunidense. No momento, quem está em pior situação é o líder da maioria no Senado, Harry Reid, que, se abandona a iniciativa da Casa Branca, sabe que perderá para sempre a base política liberal. Entretanto, também está consciente que se a abraça sem restrições já não poderá mais contar com a fração moderada nem com os conservadores no mesmo grêmio partidário governamental.
Especialistas cubanos da Missão Milagre operaram em três anos e meio a 93 mil pacientes equatorianos nas três clínicas que a missão mantém nesse país, informou seu coordenador nacional, o doutor Hugo Almeida. A missão conta no Equador com 55 colaboradores, dos quais 10 são oftalmologistas ou especialistas em medicina geral integral (MGI), e o resto engenheiros em eletro-medicina e enfermeiros formados.
Recentemente a ALESP aprovou o projeto de lei complementar 62/2008, de autoria do Governador do Estado, José Serra (PSDB), que possibilita a entrega da gestão de qualquer unidade de saúde - hospitais, laboratórios, etc. - em funcionamento antes do ano de 1998 para as chamadas OSs (organizações sociais).